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Domingo 26 Mar

História do reduto Gomes Freire

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            3652Numa edição do Ministério da Defesa Nacional, esta obra tem o esclarecedor sub-título ... contributos para a História das Forças Armadas Portuguesas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte no reduto.

            O forte de S. Julião da Barra tem nas suas imediações, a cerca de 700 m a NE, o outeiro do Algueirão ou da Medrosa, com uma cota 34 m acima da fortaleza. Assim, quando Wellington construiu a linha fortificada de Oeiras, para apoiar a retirada do exército inglês caso as linhas de Torres cedessem à ofensiva de Massena, o Alto do Algueirão foi então fortificado. O reduto nº 98 passou a constituir a posição principal daquela linha fortificada, que se estendia até à costa, à direita do forte de S. João das Maias.

            A fortificação em apreço, construida em 1810, foi reconstruida em 1849 e denominada Forte Duque de Bragança, e alvo de grandes trabalhos em 1887. Em 1910 passou a designar-se “Reduto da Medrosa” e em 1912 “Reduto Gomes Freire”. Em 1918 aquelas instalações foram consideradas obsoletas, deixando de ter interesse militar. Atribuido à Marinha em 1960, foi em 1968 cedido à NATO que ali construiu as instalações do COMIBERLANT, inauguradas em 1971.

            Presentemente, aquelas instalações albergam a Unidade de Apoio ao Reduto Gomes Freire, o Comando Conjunto para as Operações Militares, o COMSTRIKFORNATO, o Comando Naval (previsto passar para o Alfeite) destacamentos da agência de comunicações NCIA, do JALLC e da ACCI da NATO, e seis Unidades de Apoio das Forças Armadas dos E.U.A, da Alemanha, Reino Unido, Itália, França e Espanha, num total de mais de 400 militares e civis, portugueses e de diversos países NATO.

            Numa obra de excelente apresentação gráfica é-nos indicado o enquadramento histórico do Reduto Gomes Freire, e em seguida, uma curta descrição dos diversos comandos, agências e unidades de apoio ali sediadas. O livro encerra com um capítulo relativo ao Monumento a Gomes Freire de Andrade, erigido em 1853 no local onde aquele ilustre militar e destacado maçon morreu enforcado, em 18 de Outubro de 1817.

            Em síntese, uma obra muito interessante, que será certamente do agrado de quem se interessa pela nossa história militar e dos muitos militares portugueses que ali serviram ou servem. Apenas peca por uma tiragem insignificante, de vinte exemplares, não permitindo assim a divulgação a que a sua elevada qualidade fazia jus.

            Ao autor, o C.m.g. Oliveira Fuzeta, um prestigiado Oficial da Armada, enviamos calorosas felicitações por um trabalho bem feito, que se integra num “dever de memória” que a todos deveria importar, e a quem endereçamos um sincero e marinheiro BRAVO ZULU !

        Por   A.F.

 


 

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