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Sexta 24 Nov

Rodrigues Pereira na Academia Portuguesa de História

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           3821 No dia 15 de Fevereiro decorreu na Academia Portuguesa de História mais uma sessão semanal aberta ao público com uma comunicação académica que versou um tema que nos é caro e que até hoje tem sido pouco divulgado: a participação da Marinha de Guerra Portuguesa na I Grande Guerra.

            Esta comunicação, apresentada pelo ilustre historiador naval capitão-de-mar-e-guerra (ref) José António Rodrigues Pereira, membro honorário da Academia Portuguesa de História e nosso estimado colaborador e assinante, trouxe ao conhecimento de todos quantos se sentavam no auditório, factos e números, detalhados e precisos, referentes ao tema em análise.

            Note-se que embora Portugal só tenha entrado oficialmente na guerra no dia 9 de Março de 1916, o primeiro o militar português a morrer em combate com os alemães, foi o Sargento Enfermeiro Naval Eduardo Costa, de 27 anos, na altura chefe do posto fronteiriço de Maziúa, que sucumbiu no dia 24 de Agosto de 1914, juntamente com nove polícias da Companhia Majestática do Niassa.

            Começando por elencar a delicada situação da Marinha em termos humanos e materiais no início da guerra, a conferência abordou de seguida a participação da Marinha de Comércio, bem como o recrutamento de marinheiros e navios da Marinha de Pesca, o destino dos navios Alemães e Austro-húngaros apreendidos em portos nacionais e, por último mas não menos importante, a brilhante participação dos batalhões expedicionários de Marinha nas operações militares no Sul de Angola e em Moçambique.

            Perante uma mesa presidida pela Professora Doutora Manuela Mendonça, Presidente do Conselho Académico e uma bem composta assistência de elevado nível, o Cte. Rodrigues Pereira colheu a atenção e curiosidade de todos, ao longo de toda a sua dissertação, demonstrando o valor e a importância duma Marinha para Portugal, pois ... sem o caminho do mar não teria sido possível nem o transporte das tropas para o teatro europeu, nem a defesa do Ultramar, esta última a razão da nossa participação no conflito.

Por JRG

 


 

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