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Sábado 24 Jun

Desmobilização do Navio-Aeródromo Brasileiro

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3830Em nota oficial, publicada no Boletim de Notícias (BONO) do dia 14 de fevereiro de 2017, a Marinha do Brasil, anunciou a desmobilização de seu único navio-aeródromo, o NAe SÃO PAULO (A12), ao longo dos próximos três anos. O Almirantado tomou tal decisão, após concluir que o Empreendimento Modular do Programa de Modernização do Navio-Aeródromo (EMProModNAe) necessitaria de um longo período (cerca de 10 anos) para sua conclusão, além de um alto investimento financeiro, envolvendo ainda incertezas técnicas – possivelmente quanto à substituição da instalação de vapor por um sistema integrado de propulsão diesel-elétrica.

            A substituição do NAe, sob os auspícios do Programa de Desenvolvimento de Navios-Aeródromo (PRONAE) e das respectivas aeronaves embarcadas, pelo desenvolvimento do Sea Gripen (uma versão naval da aeronave Gripen NG), ocupa o terceiro lugar entre as prioridades da Marinha, logo após o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) / Programa Nuclear da Marinha (PNM) e a construção das corvetas classe TAMANDARÉ. Acredita-se que o custo total do PRONAE e do projeto Sea Gripen será inferior ao da modernização do SÃO PAULO, acompanhada da aquisição de novas aeronaves embarcadas. Quando o navio terminasse sua modernização, as atuais aeronaves A-4 Skyhawk provavelmente teriam chegado ao fim de sua vida útil.

Até que um novo NAe esteja disponível, as operações com aeronaves de asa fixa prosseguirão a partir da Base Aérea Naval de São Pedro d’Aldeia e de outras instalações em terra. Circula a notícia da existência de uma negociação entre a Marinha do Brasil e a empresa francesa DCNS, para construir no país um NAe, projeto denominado DEAC (DCNS Evolved Aircraft Carrier), a um custo estimado de US$ 2,5 a 3,0 bilhões. Com deslocamento carregado de 52 mil tons, teria 272 m de comprimento, largura máxima de 67,5 m e capacidade para 40 aeronaves. Dotado de propulsão CODAG (Combined Diesel And Gas Turbine) e convés de voo equipado com catapultas a vapor e aparelho de parada para aeronaves convencionais de asa fixa, atingiria velocidade máxima de 27 nós, com autonomia de 9.000 mi e tripulação de 900 oficiais e praças.

                                                                    

E.I.Pesce


 

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