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Quarta 23 Ago

Crescimento do MAR exige mais competitividade

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3868 01Os excelentes resultados obtidos pelo Registo Internacional de Navios da Madeira – “MAR” podem vir a estar em risco. Os números são inquestionáveis. No final de 2016, estavam registadas no Registo “MAR” 491 navios, mais 92 do que no fim de 2015. O crescimento é também verificado no aumento da tonelagem de arqueação bruta dos navios de comércio registados de 7.925.042 para um total de 12.076.294. Ou seja, de 2015 para 2016, o MAR registou um crescimento da tonelagem dos seus navios de comércio de um pouco mais de 50%. Para além dos navios de comércio, estavam registadas também 73 embarcações de recreio e 40 iates comerciais. Comparativamente a 2015, a idade média dos navios voltou a descer, designadamente dos 11,9 para os 10,8 anos. No que respeita à origem dos armadores, o número de mercados também tem vindo a crescer, verificando-se uma expansão do “MAR” para outros países com frotas mercantes significativas.

            Estes excelentes resultados e o facto de integrar a Lista Branca do Memorandum de Paris provam que o “MAR” continua a revelar-se como um dos instrumentos mais sérios alguma vez criado em Portugal para a afirmação de uma política marítima com expressão internacional, sendo de frisar o contributo para dotar o nosso País de uma marinha mercante de expressão considerável e para o posicionamento de Portugal no seio das organizações internacionais do sector. Entre os contributos do MAR destacam-se as actividades geradoras de diversas mais-valias económicas, sociais e laborais para a Região Autónoma e para o País, tais como a criação e manutenção de emprego directo, tanto no mar como em terra, a captação de receitas geradas pelo registo de navios e pelas sociedades que os gerem e ainda a atracção de um importante know-how que não existia na Região. Adicionalmente, há um contributo muito concreto para a promoção global da Madeira e para o nome de Portugal, dado que os navios registados arvoram a bandeira portuguesa e exibem, obrigatoriamente, o nome Madeira inscrito no casco, como porto de registo, bem como para a capacidade de atrair armadores internacionais de grande qualidade e prestígio.

           Considerando que o “MAR” concorre no plano europeu com outros registos, como Malta e Chipre, ambos com um muito maior número de navios 3868 02registados, ligados a mercados com tradição marítima muito vincada, é fundamental dotar este Registo Internacional Português de condições no mínimo idênticas àquelas praticadas pelos seus concorrentes mais directos. Por esta razão diversos armadores internacionais, operadorando no“MAR”, e a S.D.M., têm alertado paraque o Governo da República dê absoluta prioridade à resolução das questões ainda pendentes e que afectam a competitividade do MAR e da bandeira portuguesa em geral, designadamente decidindo adequadamente sobre matérias tais como a certificação eficaz e atempada das tripulações, a utilização de segurança privada nas zonas afectadas pela pirataria internacional e a delegação de competências na Comissão Técnica do “MAR”

 


 

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