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Terça 17 Out

Cerimónia de flutuação do projecto C008 NRP SINES

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3893 02Um dos momentos mais importantes na vida de um navio é a cerimónia em que realmente a construção toca na água, a sua cerimónia de flutuação.

Os estaleiros de Viana do Castelo prepararam-se assim para receber um conjunto de entidades para que pudessem testemunhar o sucesso de um programa conduzido em consórcio “Westsea – EDISOFT” e que apresenta uma característica muito positiva na edificação de capacidades, pois “o projecto encontra-se em tempo e dentro do orçamento”.

O projecto C008, que num futuro próximo será baptizado com o nome de uma das cidades ribeirinhas, NRP SINES foi apresentado a flutuar numa cerimónia a que não faltou a Banda da Armada para abrilhantar o ambiente naval que vestia este momento.

Esta cerimónia foi também representativa pela importância que a edificação de capacidades representa para a Marinha Portuguesa, e não foi por isso alheio a presença das mais altas patentes da Armada. Mas foi também claro por parte da tutela que este projecto é transversal, e por isso foi interessante constatar a presença para além do Ministro da Defesa e do Secretário de Estado da Defesa, também a Ministra do Mar fez questão em estar presente, e afirmar a importância destes meios na fiscalização dos espaços marítimos sob responsabilidade nacional, consequência da responsabilização acrescida que a extensão da plataforma continental traz para Portugal.3893

Estamos perante a edificação de capacidades de duplo uso, uma afirmação da característica intrínseca da Marinha Portuguesa.

No entanto não se pode descurar que a Defesa e o desempenho das tarefas deduzidas não são possíveis sem “capacidades” e que não há capacidades sem “investimento”.

Apesar da indústria nacional ter vencido esta batalha, com uma “prova de mar”, comprovado o seu valor na economia de defesa e afirmando-se como uma indústria credível na edificação de capacidades navais no âmbito militar, continua a faltar o investimento.

Este momento representa ainda um marco na consolidação do consórcio “Westsea – EDISOFT” e o sucesso na ligação ao cliente Marinha.

Ficou claro nas palavras dos seus representantes e foi percepcionado por todos que este navio consolidou a ideia de que juntos fazemos mais e melhor, e que a tecnologia desempenha um papel diferenciador na edificação de construções militares, cujo potencial de exportação não pode ser ignorado.

 


 

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