Homenagem

Marinha homenageada em Ponta Delgada

Google+ Pinterest LinkedIn Tumblr

No passado dia 8 de setembro, a Câmara Municipal de Ponta Delgada decidiu homenagear, com o descerramento de uma placa junto ao Forte de São Brás, os elementos da Marinha que servem nas corvetas das classes “João Coutinho” e “Baptista de Andrade” há mais de 4 décadas, prestando valiosos serviços aos açorianos e a Portugal.

Segundo uma notícia publicada no site da edilidade, o  Presidente da Câmara Municipal, José Manuel Bolieiro, afirmou que o monumento “enriquece Ponta Delgada e este espaço histórico com conhecimento, ao mesmo tempo que faz uma justa homenagem às Corvetas Portuguesas”.

Cerimonia de homenagem à Marinha Portuguesa“A nossa referência marítima faz parte da nossa identidade. É por isso um orgulho, em nome do Município, poder despertar a curiosidade daqueles que nos visitam e agradecer e reconhecer quem muito contribuiu na defesa de Ponta Delgada e dos Açores”, adiantou José Manuel Bolieiro.

O Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro, também esteve presente nesta cerimónia e aproveitou a ocasião para referir que: “É para nós uma grande honra assistir a este gesto da Câmara Municipal de Ponta Delgada, que homenageia esta frota da nossa marinha, pelo que fez por Ponta Delgada e pelos Açores”.

cerimonia de homenagem à Marinha Portuguesa
A placa de homenagem

As dez corvetas das classes João Coutinho e Baptista de Andrade, das quais três ainda se encontram ao serviço, foram navios concebidos pelo Engenheiro Construtor Naval Rogério de Oliveira, para assegurarem missões de soberania no antigo Ultramar Português, mas após a independência dos territórios africanos, iniciaram nova missão na Região Autónoma dos Açores e na costa continental, em novembro de 1975. Desde essa data, asseguram a resposta a incidentes no âmbito da busca e salvamento marítimo (em apoio ao Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo de Ponta Delgada), contribuem para o exercício da autoridade do Estado no mar nas áreas de soberania e jurisdição nacional, sendo de salientar, também, o apoio prestado às populações, com especial relevo nas situações de catástrofe que possam ocorrer na Região.

As corvetas portuguesas estão gradualmente a ser substituídas pelos navios de patrulha oceânicos classe “Viana do Castelo”, cujos dois primeiros, já estiveram em missão na Região Autónoma dos Açores.

Comentar