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Prof. Dr. José Manuel Ferreira Coelho

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Teve lugar no passado dia 11 de abril, às 18h00, na Igreja da Misericórdia de Santarém, a apresentação pública do livro “1º Simpósio Côrte-Real – Angra do Heroísmo”.

A “Comissão de Estudos Côrte-Real” da Sociedade de Geografia de Lisboa e o Instituto Histórico da Ilha Terceira organizaram no período de 13 a 15 de outubro de 2016, na cidade de Angra do Heroísmo, um simpósio sobre os Côrte-Reais, uma família de navegadores que se distinguiu nos séculos XV e XVI pelas suas viagens no Atlântico Norte, para as áreas que hoje são a Nova Inglaterra, a costa leste do Canadá e a Gronelândia. Participaram neste evento algumas dezenas de personalidades, quer locais, quer vindas do Continente.

A mesa da conferência, Revista de MarinhaO autor, o Prof. Dr. José Manuel Ferreira Coelho, juntou os textos das comunicações, C/V’s dos presidentes, moderadores e oradores dos painéis, muitas fotografias e relatos das atividades de um evento muito bem conseguido, que teve facetas académicas, sociais, religiosas e culturais. Como se refere numa das badanas do livro … será marco de prazer e felicidade a sua recordação.

O Prof. Dr. Ferreira Coelho
O Prof. Dr. Ferreira Coelho

 

A sessão iniciou-se com palavras de boas-vindas do Prof. Dr. Martinho Vicente Rodrigues, Diretor do Centro de Investigação Prof. Dr. Joaquim Veríssimo Serrão, sedeado em Santarém, a que se seguiu a apresentação do livro pelos Prof. Eng.º José Teixeira Beltrão, Eng.º António Mattos e Silva e V/Alm. Henrique Alexandre da Fonseca. O autor, Prof. Dr. Ferreira Coelho referiu-se aos trabalhos da feitura do livro e fez os agradecimentos da praxe.

 

O encerramento foi feito pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Santarém, Eng.º Mário Augusto Rebelo e pelo Prof. Dr. Martinho Vicente Rodrigues.

A Revista de Marinha felicita vivamente o autor por mais este seu interessante e importante trabalho.

No ar ficou a sugestão da realização de um novo simpósio acerca dos Côrte-Reais, em Tavira, donde esta família é proveniente, ou mesmo na Galiza, onde nasceu a mulher de João Vaz e, quem sabe, a produção de um novo livro alusivo.