Ambiente

Tesouros do fundo do mar

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Tesouros do Fundo do Mar, na sua versão original Treasures of the Deep, é um livro que informa as futuras gerações sobre os possíveis impactes ambientais da exploração dos minérios do mar profundo.

No fundo do mar existem altas concentrações de cobalto, ouro, níquel, cobre e outros metais raros, fundidos em nódulos do tamanho de batatas ou acumulados nas proximidades das fontes hidrotermais. São reservas que podem significar enormes ganhos económicos para os países que procederem à sua exploração. No entanto, o impacte ambiental dessa atividade ainda não é conhecido na sua total extensão.

A vida no mar profundo é importante para o equilibrio ilustrado por Abigail Pattenden (D.R.)
A vida no mar profundo é importante para o equilibrio ilustrado por Abigail Pattenden (D.R.)

O livro , co-publicado pela Commonwealth em parceria com a Deep Ocean Stewardship Initiative (DOSI), a Universidade de Southampton e a InDeep  procura educar as crianças sobre os minerais do fundo do mar e as questões que envolvem a sua exploração.

Da autoria de Maria Baker, Ana Hilário, Hannah Lily, Anna Metaxas e Eva Ramirez-Llodra, e ilustrado por Abigail Pattenden, Tesouros do fundo do mar é a história de Bia, Shazma e Sorih, três crianças que descem num submarino às profundezas do oceano, onde aprendem sobre os ecossistemas exóticos e os ricos depósitos minerais no fundo do mar.

Sorih, Shazma e Bia, as três crianças que descem num submarino às profundezas do oceano (Tesouros do Fundo do Mar)
Sorih, Shazma e Bia, as três crianças que descem num submarino às profundezas do oceano.

O objetivo é desmistificar a mineração do fundo do mar, ampliar o conhecimento entre alunos, professores e familiares, com um relato factual das questões incluído no final do livro. Esperamos revelar aos jovens leitores um mundo incrível escondido nas profundezas do oceano.

Nicholas Hardman-Mountford, Diretor da Commonwealth Ocean and Natural Resources.

A versão portuguesa, financiada pela FCT/MCTES através do CESAM e do projeto REDEEM, por sua vez financiado pelo FEDER através do COMPETE2020, foi traduzida do original em inglês, por Maria Luísa Gonçalves e Heliana Teixeira.

Tesouros do fundo do mar está disponível online no site da sua Revista de Marinha, aqui.

João Gonçalves

Oficial da Armada. Especializou-se em submarinos, onde navegou durante seis anos nos navios da classe ALBACORA. Esteve colocado cerca de sete anos como Capitão do Porto nos Açores. Escreveu para a Revista da Armada e em 1997 ganhou o prémio de melhor colaborador. Está na Revista de Marinha desde 2016 e é diretor-adjunto desde janeiro de 2018.

3 Comentários

  1. Schieder Da Silva Responder

    Os recursos marinhos sao dìficeis de explorar,mas rentaveis,no entanto os recursos em terra swo mais fäceis de explorar,daì a escolha marìtima nao ter ainda sido aproveitada,mas nao exagerar com as expectativas,porque nao hä mais ouro ou outros metais nos mares do que em terra seca,è o mesmo planeta,logo nao vamos estar ä espera de coisas do outro mundo,mas e sö deste mundo,que jä conhecemos e nao se vai encontrar nada de extraordinario,mas que deve e tem de ser explorado tal como vao ser explorados os polos quando forem libertos das neves eternas.
    Quanto ä poluiçao,nao faço a mìnima ideia do que è,nunca vi e nem sei para que serve,mas parece que anda alguèm a fazer negocio que essa treta,porque de outra coisa nao se trata.
    Basta ver que a China è o que segundo os estudos do fumo,e que apesar disso sao os que mais no mundo fumam,entao o que è que se passa,se onde o ar na China è praticamente nao respirävel e a sua populaçao fuma cigarros uns aträs dos outros,mas afinal onde estä a poluiçao,nas fabricas ou nos fumadores de cigarros?

  2. Schieder Da Silva Responder

    Minerar os fundos dos mares è o mesmo que um lavrador a lavrar a terra para que ela produza mais e melhor,assim è com os fundos dos mares que devem de ser movidos para que as partes mais fundas que ainda nao libertaram os seus materiais o façam atravès desta forma,para que a matèria organica ainda disponìvel nestas lamas submersas e cobertas por outros materiais,possam voltar a estar disponìveis e dar mais flora e fauna que doutra forma sö pode existir com a erupçao dos vulcoes e das enxurradas de terra e dos rios e outras äguas que entram no mar.
    Pode-se dizer que tem paralelo com a libertaçao dos gelos polares para que se possam usar os materiais que estao debaixo dos gelos e que sö atravès do derretimento dos gelos pode ser liberto,e isso nao è poluiçao,mas absolutamente necessärio para que todos os elementos da Terra possam ser usados,assim è com as superfìcies submarinas que ainda nao foram mexidas pelo homem e que è extremamente importante que isso aconteça para libertar novas sementes do plantas aquäticas e outras espècies maritimas que ainda nao tiveram a oportunidade de saìr debaixo das lamas provenientes das atividades vulcanicas mais antigas e que podem ser libertas com a mineraçao.

  3. Schieder Da Silva Responder

    Esses minerais sao o resultado da atividade vulcanica,onde sao fundidos os metais oriundos das rochas.
    O impato ambiental nao existe,isso è teoria dos empatas que querem provocar quem trabalha,porque se falarmos de impatos ambientais seriam os vulcoes o pior no ambito da dita poluiçao,e se esses do contra da determinadas obras,porque dizem que tem um impato ambiental grande contra a natureza,entao deviam de saber que a vida no planeta sem vulcoes nao existe,nem neste planeta nem nos outros.
    Que se trabalhem esses materiais nas profundezas dos mares sem estarem a pensar nessas coisas dos ambientes,porque esse assunto è sö para pessoas que disso muito bem entendem,e pelo que temos visto nos ultimos tempos esses ditos cujos nao teem entendimento do que è realmente poluiçao.

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